Se você precisava de um motivo para valorizar Minas Gerais, o New York Times e a Condé Nast Traveler acabam de te dar dois. Em um intervalo de poucas semanas, o estado de Minas Gerais recebeu dois dos selos mais cobiçados do turismo global.
O primeiro veio da Condé Nast, que colocou o estado entre os melhores destinos gastronômicos do planeta, no ranking The Best Places to Eat in 2026. Em 2024 a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) já havia dado sua chancela a gastronomia mineira ao reconhecer o modo de fazer o Queijo Minas Artesanal como Patrimônio da Humanidade.
Agora, o The New York Times (NYT) incluiu o Instituto Inhotim na seleta lista dos 52 lugares para viajar em 2026. O localizado em Brumadinho, na grande Belo Horizonte, o local é o único destino brasileiro citado pelo jornal norte-americano neste ano.
A lista do NYT não é apenas um guia, é um radar de tendências. Ao colocar Inhotim na 24ª posição, a publicação destaca o aniversário de 20 anos de abertura ao público do museu a céu aberto. O texto ressalta a grandiosidade do local. São 140 hectares de visitação onde a arte contemporânea de escala monumental convive com um jardim botânico de 4,3 mil espécies.
Outro ponto que pesou na escolha foi a recente melhoria na infraestrutura. A inauguração do hotel Clara Arte (no fim de 2024) permitiu que o turista durma dentro do parque, transformando o tracional bate-volta de BH em uma experiência imersiva de dias.
Essa dobradinha de arte e comida criou o cenário perfeito para o turismo em Minas Gerais em 2026. P estado deixa de ser apenas um lugar de cidades históricas para se posicionar como um destino de experiência sofisticada.
Para o turista, a rota agora é clara – aterrissar em Belo Horizonte para comer no Mercado Novo, descer para Brumadinho para viver a arte de Inhotim e seguir para o interior atrás dos queijos premiados.










