O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, após superar entraves burocráticos, deve gerar impactos significativos para a economia do estado do Rio de Janeiro. A iniciativa prevê estímulo à indústria fluminense, fortalecimento do setor de energia, atração de investimentos e avanços na área de logística, além de ampliar direitos e a mobilidade de cidadãos.
Como o Rio de Janeiro é o quinto maior exportador industrial do país, a redução de tarifas tende a favorecer o escoamento de produtos de maior valor agregado, ampliando a competitividade das empresas fluminenses no mercado europeu. A expectativa é de que o acordo contribua também para a geração de empregos e para a diversificação da pauta de exportações.
Entre os pontos previstos estão mecanismos que permitem a contabilização do tempo de serviço e o recebimento de aposentadoria em qualquer país dos blocos envolvidos, o que amplia a proteção social de trabalhadores que circulam entre as nações. O texto ainda contempla o reconhecimento de cursos certificados, facilitando a mobilidade estudantil e o intercâmbio acadêmico.
Conforme a proposta, as mudanças podem influenciar não apenas o ambiente econômico, mas também o comportamento social, ao ampliar as possibilidades de circulação de pessoas, bens e serviços entre os países do Mercosul e da União Europeia.











