Estado do Rio: Custo de eleição direta no Rio de Janeiro pode chegar a R$ 60 milhões

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 8 de abril o julgamento que definirá o modelo de eleição para o mandato-tampão do governo do Rio de Janeiro. O STF decidirá se a sucessão de Cláudio Castro, cassado pelo TSE, ocorrerá por voto popular (eleição direta) ou por escolha da ALERJ (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (eleição indireta).

Caso o STF opte pela eleição direta, o custo operacional para a Justiça Eleitoral pode superar R$ 60 milhões, considerando o colégio eleitoral de cerca de 13 milhões de eleitores no estado. O montante refere-se aos gastos logísticos, como transporte e segurança das urnas, sem incluir as despesas fixas de manutenção do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).

Além dos custos estatais, o pleito mobilizará recursos do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário. Para o ciclo de 2026, o Congresso Nacional aprovou um montante de R$ 4,9 bilhões para o Fundo Eleitoral, mantendo o patamar das eleições municipais de 2024. Desde a proibição de doações por empresas, o financiamento das campanhas no Brasil é majoritariamente público.

Os gastos das candidaturas concentram-se em áreas como produção de programas de rádio e TV, publicidade, consultoria política, materiais impressos e mobilização de pessoal. Também compõem o orçamento das campanhas despesas com segurança, transporte e eventos de mobilização. Até que o impasse seja resolvido no plenário do STF, o estado permanece sob o governo interino do presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), Ricardo Couto de Castro.

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