A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) confirmou 14 casos de febre maculosa e quatro óbitos pela doença no estado. O município de Itaperuna enfrenta a situação mais crítica, concentrando metade das mortes registradas em território fluminense (dois óbitos). Os outros dois casos fatais ocorreram em Campos dos Goytacazes e São Fidélis.
A Vigilância Epidemiológica orienta – moradores ou visitantes que frequentaram áreas rurais, pastos ou margens de rios procurem atendimento médico imediato ao apresentarem sintomas como febre alta, dores no corpo e dor de cabeça, relatando o histórico de exposição ao vetor.
Diante do cenário epidemiológico, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiram um alerta de risco elevado para o Norte e Noroeste Fluminense. O monitoramento foi intensificado em municípios como Itaperuna, Campos dos Goytacazes, Italva, Macaé e Porciúncula. A taxa de letalidade da doença no estado atinge 28%, sendo o período entre julho e novembro o de maior vulnerabilidade devido ao ciclo do carrapato-estrela.










