Minas Gerais: Turismo Rural cresce no estado com apoio técnico da EMATER-MG

Propriedades rurais no interior de Minas Gerais têm consolidado o turismo como uma fonte estratégica de renda extra e valorização cultural. O setor, que transforma rotinas como a ordenha e a produção artesanal em atrativos para visitantes, conta com o suporte da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG). Em 2025, a empresa realizou cerca de 3,4 mil atendimentos a produtores que investem no segmento.

Em Ritápolis, no Campo das Vertentes, a Queijaria Seu Jorge exemplifica o movimento. Administrada por sete mulheres da mesma família, a propriedade abriu as portas para que turistas acompanhem a fabricação do Queijo Minas Artesanal. Segundo a proprietária, Vera Lúcia Cardoso, a procura cresceu de forma espontânea durante a pandemia, resultando no aumento direto das vendas de queijos e geleias.

O suporte da Emater-MG visa estruturar esses ativos em produtos turísticos viáveis. Segundo Thatiana Garcia, coordenadora técnica da instituição, o trabalho consiste em identificar o potencial de cada produtor para gerar novas receitas. No município de São João del-Rei, a Cachaça Morro Grande também seguiu essa trilha, permitindo que visitantes conheçam desde o plantio da cana até a moagem e degustação, com uma produção anual de até 20 mil litros.

Já em Tiradentes, a Pousada Campestre Vila Tiradentes integra hospedagem a vivências que incluem contato com animais e até pista de motocross. Para dar visibilidade a esses destinos, a Emater-MG lançou a nova edição do catálogo “Ruralidade Viva”, que reúne 266 propriedades abertas ao público em todo o estado, apresentando informações sobre cafés, doces, queijos e cachaças mineiras.

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