O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), utilizou suas redes sociais para criticar a liberação de 1.536 presos no Rio de Janeiro. Os detentos foram beneficiados pela Visita Periódica à Família (VPF), dispositivo previsto na Lei de Execuções Penais.
Zema classificou a medida como uma “regalia” e contrastou o benefício judicial com a insegurança vivida pela população fluminense. Segundo o político, enquanto criminosos ganham as ruas, “mães trabalhadoras” vivem com medo e milhões de cidadãos sofrem sob o domínio de facções criminosas.
Além de focar na segurança pública do Rio, Zema direcionou críticas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a quem chamou de “intocáveis” da República. Para ele, a cúpula do Judiciário ignora a realidade da violência urbana no estado. O pré-candidato também aproveitou para reforçar suas bandeiras de campanha, prometendo uma postura mais rígida contra o crime organizado como a classificação de facções criminosas como grupos terroristas, a manutenção de criminosos reincidentes no sistema prisional e o fim do domínio territorial imposto pelo crime organizado, que ele define como uma “ditadura da extorsão”.










