O grupo no entorno do presidente interino da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), Guilherme Delaroli (PL), percebeu que existe pouco tempo para criar impacto eleitoral. Então agir com firmeza seria o caminho mais curto para criar esse efeito.
É na esteira deste raciocínio que ocorreram as mais de 200 exonerações de funcionários comissionados indicados por políticos influentes do estado, como Sérgio Cabral e Paulo Melo, da ALERJ. A medida serviu, além do que pode ser pensado em um primeiro momento, como onda moralizadora.
Os cortes tornam a Assembleia mais leve até a próxima uma nova lista de contratações, além de sinalizar que, pelo menos este ano, o presidente afastado, Rodrigo Bacellar (União), é carta fora do baralho. Não apenas visando cuidar de cada centavo do contribuinte, os novos mandachuvas do legislativo preferiram fazer um freio da arrumação.
Fonte: Sidney Resende











