O fechamento da janela partidária para as eleições de 2026 consolidou uma redistribuição de forças na Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES). O cenário atual destaca o crescimento de siglas menores e o fortalecimento do União Brasil, enquanto partidos tradicionais como o PSDB perderam representatividade no legislativo estadual.
Partidos de menor porte ampliaram suas bancadas através de migrações estratégicas. O Mobiliza passou a contar com dois deputados (Marcos Madureira e Zé Preto), assim como o Democracia Cristã, que recebeu o Coronel Weliton. O Agir também garantiu um assento com a filiação de Hudson Leal.
O União Brasil dobrou sua representação, saltando de dois para quatro deputados com as chegadas de Marcelo Santos e José Esmeraldo. A sigla mantém uma federação com o PP, que, apesar de perdas, reforçou-se com Adilson Espíndula. O Podemos, da base governista, também cresceu e agora soma três parlamentares.
O PSDB deixou de ter representantes na ALES após Mazinho dos Anjos e Vandinho Leite migrarem para o MDB. A movimentação ocorreu após mudanças no controle da sigla em Vila Velha. No campo da oposição e legendas independentes: o Republicanos reduziu sua bancada com as saídas de Hudson Leal e Sérgio Meneguelli, já o PSD perdeu dois quadros, mas recebeu Meneguelli, o PL registrou redução ao longo da legislatura, contando atualmente com três deputados. No espectro da esquerda, a principal mudança foi a migração de Fábio Duarte da Rede para o PDT. Partidos como PSB, PT e PSOL mantiveram suas bancadas inalteradas em relação ao início da legislatura.











